sexta-feira, setembro 23

Relatório de Estágio supervisionado Psicopedagogia Institucional

1.INTRODUÇÃO A primeira etapa do Estágio Supervisionado do curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Psicopedagogia Institucional ocorreu nas dependências da Escola Estadual Josino Meneses, no município de Japoatã, com aulas teóricas visando o embasamento para o estágio. A Psicopedagogia Institucional, como a área que estuda o processo ensino/aprendizagem, pode contribuir com a escola na missão de resgate do prazer no ato de Aprender. Foi pensando neste enfoque que o Estágio Institucional forneceu informações e práticas para abordar na visão Psicopedagógica, as condições de escuta construindo um olhar, que possibilite o conhecimento de sintomas para análise dos mesmos buscando soluções para os problemas estudados. O estágio Institucional foi realizado na Escola Formosa Municipal, localizada na Rua Vasco da Gama, no município de Ilha das Flores, com seis sessões, com carga horária de seis horas/aula, no período noturno. O Estágio Supervisionado teve o objetivo de observar e aplicar os conhecimentos adquiridos nas disciplinas, Metodologia Científica, Didática, Libras, Desenvolvimento Socioafetivo, Psicopedagogia e Psicomotricidade, Atendimento Psicopedagógico, Tecnologia Educacional, Intervenção em Psicopedagogia Clínica, Intervenção por meio de jogos, Fundamentos da Aprendizagem, Psicologia da Aprendizagem, Aprendizagem Humana, Aprendizagem da Leitura e Escrita, Teoria da Psicopedagogia e Intervenção Clínica, Diagnóstico Psicopedagogia Clínica, Estágio de Psicopedagogia Institucional. Dentre destes pressupostos, procura-se conviver e observar uma forma de direcionar a prática Psicopedagógica como uma ação sustentada em teóricos, que contribui para o desenvolvimento apreciação do Estágio. O desenvolvimento deste trabalho partilha uma preocupação relativa à aprendizagem, a pratica, buscando esclarecer hipóteses, que aborde todos os processos e níveis tornando e considerando todas ações objeto para estudo. 2. CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO O Estágio foi realizado na Escola Formosa Municipal, no município de Ilha das Flores, situado na zona urbana na rua: Vasco da Gama, 365, sob a direção da Sra. Rosineide dos Santos e coordenação o Sr. José Monteiro – uma escola com total de 700 alunos – na modalidade de Ensino Fundamental atende do 1º ao 9º ano e os Programas EJA-Educação de Jovens e Adultos do 2º ao 9º ano, e o Programa Alfa e Beto. 2.1 Horário de funcionamento A escola atende seus alunos no períodos manhã , tarde e noite e seus horários são 7:30 às 11:45hs , 12:30 às 16:45hs e 18:30 às 22:40 hs. 2.2 Corpo de apoio Sua equipe de apoio é formada por serventes, auxiliar administrativo, secretário, vigia nutricionista, cozinheira. 2.3 Corpo docente A Escola tem em seu quadro funcional quarenta e dois professores, com nível elevado em sua formação: Graduação e Pós-Graduação com especializações em suas respectivas áreas de conhecimento. 2.4 Corpo discente A clientela atendida nesta escola é de baixa e média renda familiar, desenvolve sua cultura participando de Eventos na comunidade e na escola. Os pais destes alunos assistidos pela instituição têm o nível de aprendizagem em variações uns alfabetizados/ semi-alfabetizados/analfabetos. 2.5 Comunidade As principais atividades econômicas das pessoas da comunidade atendida pela escola são na maioria Professores, Agricultores, Pescadores, Funcionário Público, Comerciantes autônomos e taxistas. São desenvolvidas pela comunidade escolar atividades culturais e de lazer como: Reisado, Pastoril, quadrilha, entre outros. A escola estabelece relações com a comunidade através de palestras, reuniões de pais e eventos. Nesta comunidade não existe aluno em idade escolar fora da escola, existe alunos com jornada formal/informal de trabalho, no comércio, campo, auxiliar de pedreiro, pescadores. A instituição dispõe de indicadores como índice de evasão, índice de aprovação, índice de distorção idade/série e IDEB. E também se tem um documento que norteia toda a escola o referido Projeto Político Pedagógico, que foi elaborado com a participação de toda comunidade escolar, a mesma se aplica as diretrizes Curriculares do MEC. e o Regimento Escolar sendo parcialmente conhecido pela comunidade. Os educadores recebem apoio e orientação no seu desenvolvimento da prática pedagógica sistematicamente, com todo apoio prestado pela Direção, Coordenação e Secretaria de Educação. Para melhoria do Currículo a escola realiza ações com vistas em projetos, que proporciona o desenvolvimento da ação para melhoria da aprendizagem dos alunos tais como: Alfabetizando, Prevenção na Escola, Torneio, Leitura, Gincanas de Conhecimentos, Feira de Ciências, Meio Ambiente. Nesta unidade não existe parâmetros de avaliação da aprendizagem e o que existe não atende as necessidades quanto ao acompanhamento e avaliação dos alunos. 2.6 Processo de Planejamento Geral Desenvolvido na Escola Formosa Municipal - Planejamento Pedagógico _Anual/Bimestral -Planejamento Financeiro _ Anual - PDDE. A unidade escolar realiza uma jornada Pedagógica obedecendo ao calendário escolar. O tempo que é garantido na jornada de trabalho não é tão satisfatório, nesse processo de planejamento o público alvo atendido é o diretor, coordenador, professores, alunos, servidores, técnicos administrativos. No processo são observados os seguintes itens: diagnóstico, análise e identificação de problemas, definição de metas, objetivos e estratégias, definição de formas de acompanhamento e avaliação. Os planos produzidos todos têm conhecimento e acesso sendo consultados com frequência. São utilizados alguns critérios para a composição e organização das turmas como idade, aprendizagem distorção idade/série. Quanto a utilização do tempo previsto as aulas e outras atividades não tem se cumprido totalmente há um reflexo negativo nesse processo, se tratando dos problemas relativos as faltas e atrasos e a indisciplina dos alunos, a unidade escolar tem a preocupação e o cuidado de trabalhar estes aspectos através de conversas professor/aluno /comunidade, relatados ao conselho tutelar e Assistência Social. Segundo a direção "Português e Matemática citadas como as disciplinas críticas de ensino, temos dado um grande suporte para que possamos trabalhar de forma diferente envolvendo nestas disciplinas". O ambiente físico está em condições satisfatória, sendo o imobiliário como carteiras de alunos insuficientes. A instituição possui biblioteca, sala de leitura, utilizada pelos professores no horário de trabalho. O ambiente físico contribui para que atividade pedagógica ocorra de forma adequada. A comunidade escolar conserva o espaço físico e contribui para sua preservação. A escola não desenvolve nenhum trabalho com a comunidade externa em relação à valorização e preservação do patrimônio escolar. 2.7 Avaliação da Aprendizagem da Escola Formosa Municipal Avaliação como um elemento integrante da Prática Pedagógica deve ser considerada como um meio e não como um fim, meio de verificar os objetivos definidos, como foi dito anteriormente a escola não possui parâmetros de avaliação, o único mecanismo utilizado para avaliar aprendizagem dos alunos "testes", este instrumento não responde a necessidade de professor/aluno, as formas de registro dos resultados da aprendizagem que a escola adota e a nota registro descritivo bimestralmente, O foco que a escola considera e está no Projeto Político Pedagógico sob a avaliação dos alunos: Conteúdos definidos para cada série, pontualidade, comportamento, participação, assiduidade e interação com grupo. Não, há argumentos em a discussão das práticas avaliativas. A escola possui uma semana de prova para todas as classes. O sistema de recuperação paralela é realizada uma semana após a prova, retomando os conteúdos fazendo revisão, esse sistema não responde as necessidades nem aos estímulos dos alunos. 3. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ESTÁGIO O nosso ponto de partida para a entrada na Escola Formosa Municipal e iniciar o nosso estágio foi vivenciar de perto a realidade daquela escola e compreender seus aspectos históricos/ culturais levando em conta a deficiência na aprendizagem que é a representação maior do nosso trabalho observando situações expostas, que possibilite um aproveitamento de todo olhar Psicopedagógico e que possamos suprir e compreender os próprios sentimentos na relação ensino/aprendizagem. As atividades foram realizadas nos dias vinte e dois à trinta de março de dois mil e onze, que inicialmente fomos apresentar e esclarecer o nosso estágio em Psicopedagogia Institucional, a direção e Coordenação da Escola Formosa, que nos receberam com maior carinho, oferecendo todo apoio em nosso estágio e que eles estavam felizes em receber estagiários Psicopedagogos: Falamos do que é um Psicopedagogo? Qual sua importância numa Instituição; mostramos os materiais que iria ser trabalhados neste período e foi possível iniciar o nosso estágio nesta unidade Escolar com a participação da Direção/Coordenação. No dia vinte e três com o auxílio do coordenador fomos visitar e conhecer as turmas, os alunos, os professores. O coordenador nos apresentou, falando do nosso objetivo na instituição, conversamos com os professores pedimos a colaboração de todos para nos auxiliar em nosso trabalho, explicamos o que é ser um Psicopedagogo, tanto para professores quanto alunos e que os resultados obtidos serviriam para a conclusão de nosso estágio. A nossa visita durou uma hora, agradecemos a compreensão de todos. No dia vinte e quatro Segundo dia, voltamos a instituição, para analisar a estrutura física do prédio, que por sua vez está em bom estado, salas amplas, ventiladas, enfim toda estrutura física está em boas condições; Neste mesmo dia ainda fomos nas salas e visitamos algumas turmas, a primeira sala que visitamos foi a 6ª “A” dezenove alunos adolescente, a aula estava sendo dada pela professora Conceição Melo, ficamos a observar a aula e o desenvolvimento dos alunos, a sua compreensão de instruções orais e escritas porque naquele momento não tinha nada ilustrativos e atrativos, percebemos a classe com alunos querendo compreender, seus olhos demonstravam sede de quer algo, mesmo considerando esta observação em classe um recurso para o nosso estágio, tentaremos realizar entrevistas individuais tanto com professores como o aluno para levantarmos hipóteses e aprofundar os nossos aspectos específicos. POGGI (1996) nos explica a “observação supõe articular o olhar, por um lado integrando-os numa atividade que permite compreender as práticas institucionais”. Saímos desta sala e fomos 7ª “C”, também EJA, com a professora Rafaela - 29 alunos, todos comportados, sentados trabalhando de forma mecânica quadro e giz, alunos com destorção de idade/série. Conteúdos repassados distante da realidade, metodologia tradicional. Visitamos também a 5ª “A”, professor Wedel – 24 alunos – em sua maioria bem comportados, atencioso, percebemos nesta sala o professor preocupado em repassar os conteúdos aos alunos, nesta mesma sala nos chamou atenção o comportamento do aluno J. S. Muito “inquieto”, saindo da sala toda hora sem obedecer ao coordenador e até mesmo ao professor. Fomos para “EJA 1ª a 3ª”- professora, Elizabete – 21alunos, todos com idades comparadas, comportamento regular de alguns alunos outros desatenciosos, a professora preocupada com aprendizagem, e eles com brincadeiras dando a entender que a aula estava desinteressante, a estratégia de trabalho igual a de todos, quadro e giz. Visitamos outra sala do EJA “5ª” encontramos ministrando novamente a professora Conceição, com a mesma metodologia, uma turma calma e com idade/série distorcida. Também foi possível perceber: Desempenho, Vínculo com tarefa, Organização, Atitudes, Vínculo com os colegas, com professores, com Direção. O registro do que é observado vem construir um material imprescindível através de uma ótica diferente da acadêmica, que completam nossas hipóteses de trabalho. No dia vinte e cinco, sentamos com a direção levamos o questionário para obtermos esclarecimentos pedagógicos, a direção, juntamente com o coordenador responderam, em alguns ítens nos solicitaram auxílio para melhor compreensão das perguntas, esclarecemos alguns pontos com a direção que nos informou prontamente, explicamos que todas informações ali citadas era de absoluto sigilo, agradecendo pela atenção e colaboração. No dia vinte e nove, chegamos às dezoito horas e trinta minutos, esperamos os alunos, professores, coordenação e direção, assim tivemos a oportunidade de observar todo desenvolvimento dos alunos quanto seu comportamento em relação recepção na escola; em sala de aula, cumprimento aos colegas; professores e funcionários. Com a chegada da direção nos apresentamos e como já havíamos combinado ela solicitou ao coordenador que nos acompanhasse a uma sala de aula que estava disponível, nos dividimos enquanto uma ficou na sala organizando, a outra juntamente com o coordenador convidou alguns alunos para participarem de uma pesquisa com as estagiárias, eles vieram sem recusa nenhuma, ao chegarem na sala explicamos como seria feita a pesquisa e sua importância em nosso trabalho, eles entenderam, respeitaram o momento e entregamos o questionário, ficamos a observar, uns alunos rápido no raciocínio, outros lentos só tivemos um aluno que não conseguiu responder. Assim que terminaram agradecemos e eles voltaram à suas respectivas salas. Despedimos-nos da direção/coordenação e deixamos certa a nossa volta para a entrevista com os professores. No dia trinta chegamos ao final do estágio, chegamos nesse dia às vinte horas por motivo de trabalho, conversamos com a direção – o convite foi dado pelo coordenador, que nos auxiliou na distribuição dos questionários, só havendo um contratempo, os professores que visitamos neste dia eram outros, por que o sistema do EJA é diferente do fundamental, todos os dias são professores de uma matéria específica, mas mesmo assim explicamos para eles o nosso trabalho e qual nosso objetivo naquela instituição, foram seis professores só três responderam os demais não colaboraram com nosso trabalho, após a devolução dos questionamentos agradecemos a todos e fomos insatisfeitas com o comportamento de alguns educadores, não concordamos com suas posturas, seus alunos nos surpreenderam com mais respeito e carinho, concluímos nosso estágio nessa instituição de ensino, com a certeza de que na educação precisa-se de professores que façam a diferença. 4. DIAGNÓSTICO As atividades desenvolvidas, observadas e analisadas no presente estágio, foram instrutivas e que nos faz, perceber claramente a distância entre o que está escrito na Proposta Pedagógica da Escola e o que acontece na instituição no seu dia-a-dia. No que diz respeito a parte pedagógica assistida naquela Instituição, é que muitas vezes os alunos têm dificuldade no aprendizado. Falta uma base de compreensão. Mais estratégias do professor que motivem o aluno. Segundo Scoz, (2008, p14) “A falta de conhecimento teórico consistentes é um dos fatores que leva as professoras a encontrarem dificuldades para “criar” estratégias de ensino adequadas aos objetos traçados, fazendo-as procurar respostas prontas para suas dúvidas. Outro componente que interfere na capacidade criativa das professoras relaciona-se às influencias que sofreram por parte do sistema escolar de ensino durante muitos anos”. . Identificamos que a maioria dos alunos observados não estão conseguindo desenvolver a competência e habilidade na leitura, escrita e compreensão que na verdade são eixos principais na formação do educando. Para FAGALI, (1993, p14) “Para que o professor se torne um elemento facilitador que leve o educando ao desenvolvimento da autopercepção, percepção do mundo e do outro, integrando as três dimensões, deve estar aberto e atento para lidar com questões referentes ao respeito mútuo, relações de poder, limites e autoridade”. “segundo a teoria Piagetiana do desenvolvimento cognitivo baseia-se na premissa de que as pessoas tentam atribuir sentido ao mundo por meio de experiências diretas com objetivos, pessoas e idéias”. A maturação, a atividade, a transmissão social e a necessidade de equilíbrio influenciam o modo como os processos de pensamento se desenvolvem. Em linhas gerais verificamos três eixos fundamentais para o levantamento do diagnóstico: Prática Pedagógica, Postura do Professor e Gestão Escolar. Podemos perceber na clientela atendida nesta unidade escolar à dificuldade em relação professor/direção/aluno/ família, uma linguagem diferente na dicotomia de pensamento e das ações. Segundo BARROS (2002, p.59) A escola desempenha um papel menor que a do lar na modelagem da personalidade da criança. Entretanto, muitas crianças freqüentam escola durante mais de doze anos. A espécie de escola que elas freqüentam e o tipo de professores quer têm influenciam consideravelmente seu crescimento intelectual, emocional e social. São jovens/ adolescentes, necessitando de um acompanhamento intenso pedagógico que facilitem seu desenvolvimento na aprendizagem já que, nesta idade é bom lembrar-se da estrutura mental caracterizando-se por uma dependência cada vez maior e o desenvolvimento cognitivo, em profundidade e maior compreensão dos problemas e da realidade significativa que o atinge. Isto influência os conteúdos afetivo-emocionais, sabemos que aprendizagem é uma situação de autonomia crescente, que transcede o familiar e se projeta na sociedade como um todo. Toda aprendizagem é um processo social e não individual, é por isso que, muitas vezes podemos nos deparar com variantes significativas na interpretação das aprendizagens, as quais estão relacionadas com as variações dos contextos onde se dão. Segundo SCOZ (2008. p,152) “Embora nem sempre compreendam claramente o papel da escola frente aos problemas de aprendizagem, nem encontrem para eles soluções eficazes, professoras C.Ps. conseguem apontar muitos fatores que facilitam ou dificultam uma possível ação. Ao fazê-lo, colocam em evidencia problemas referentes à estrutura e funcionamento da escola, dos serviços públicos de atendimento e a sua própria formação profissional”. Esses três eixos nos transmitem situações pendentes na aprendizagem, é difícil relatar mais isso implica bastante no futuro dos alunos e da sociedade. Chegamos há um consenso que a Organização Escolar exige planejamento, que consiste explicitar objetivo e antecipação de decisões para orientar a Instituição com previsão do que se deve fazer para atingi-los. E nesta organização assegurar a afetividade dos processos de ensino / aprendizagem, criando à viabilidade as ações e modos para se realizar o que foi planejado. 5. CONCLUSÃO O Estágio Psicopedagógico Institucional promoveu benefícios e possibilidades em nossos estudos e observações, avaliando vários aspectos favorecendo mudanças conceituais de que necessitamos para elaboração de um bom trabalho; todo este percurso que foi realizado deixou marcas de aprendizagem que levamos para nossa prática profissional, direcionadas pelas teorias estudadas; Piaet, Jorge Visca, Vighostik, Fagali e Vale, Barros entre outros. Esta prática de atividade nos mostrou interesse e preocupação constante em razão de sua estreita associação com aspectos relacionados à aprendizagem. Com embasamentos teóricos buscamos entender e compreender este objeto de estudo e levar em consideração o lado social, afetivo e emocional do aluno. As escolas devem promover o respeito mútuo, reconhecendo e respeitando as diversidades de seus alunos, acomodando os diferentes estilos e ritmos de aprendizagem assegurando e promovendo uma educação de qualidade para todos, mediante currículos apropriados, estratégias de ensino, recursos e parcerias com suas comunidades. Isso implica ainda um esforço para a atualização e reestruturação das condições atuais, para que o ensino seja adaptado a diversidade e às ações pedagógicas dos aprendizes. A escola nessa perspectiva revelou, que os professores estão despreparados para lidar com a diversidade e o desnível de aprendizagem dos alunos, os professores utilizam um currículo inflexível, que não está adaptado para atender as necessidades educacionais dos seus alunos para que o mesmo alcancem o sucesso escolar. O dialogo poderá consolidar saberes, sensibilidade e intencionalidade que emergem da prática profissional, bem como valorizar a própria profissão, estabelecendo relações de autonomia com o conhecimento, afirmando-a em suas propostas de intervenção e oportunizando a interação. Está nossa postura reflete numa perspectiva focada há um resultado positivo que nos traga sucesso. 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS BARROS, Célia Guimarães. Pontos de Psicologia do Desenvolvimento. São Paulo. Editora Ática. 2002 DÍAS, Juan Bordevanave. Estrátegia de ensino - aprendizagem. Juan Días Bordenave/Adair Martins Pereira .29. Ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2008 FAGALI, Eloisa Quadros. Psicopedagogia institucional aplicada: aprendizagem escolar dinâmica e construção na sala de aula / Eloisa Quadros Fagali e Zélia Del Rio do Vale. 10. Ed.- Petropolis RJ: Vozes, 2009 SCOZ, Beatriz. Psicopedagogia e reliadade escolar: o problema escolar e de aprendizagem/Beatriz Scoz. 15. Ed. Petrópolis, RJ. Editora Vozes. 2008 VYGOTSKY. A linguagem e o outro espaço escolar: Vygotsky e a construção do conhecimento/ Ana Luisa Smolka, Maria Cecília Rafael de Góes(orgs.).12.ed.-Campinas,SP: editora: Papirus, 1993 (coleção Magistério:Formação e trabalho Pedagógico)

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